Publicado em julho 09
ASPJ Em
Português 2° Trimestre 2009
AS FASES INICIAIS da Operação Liberdade do Iraque e Liberdade Sustentável fizeram uso de extenso apoio aéreo (CAS). Da mesma forma que o campo de batalha evoluiu até alcançar uma composição mais assimétrica, isso também ocorreu com as solicitações de apoio das forças terrestres. A maior parte das solicitações para CAS não mais requerem o posicionamento de material bélico no alvo.
Os requisitos de aeronaves para apoio aéreo tático no Iraque e Afeganistão evoluiram mais além das funções tradicionais de CAS e reconhecimento que o componente aéreo doutrinariamente providencia às forças terrestres.1 Este artigo descreve o apoio aéreo assimétrico (AAS), uma nova área de apoio não mencionada na doutrina atual e propõe o desenvolvimento de nova doutrina. Também menciona questões que devemos solucionar, a fim de dar às partes envolvidas uma melhor idéia do apoio aéreo requerido e questiona os métodos de operação, já de dezenas de anos que não puderam manter o passo com a tecnologia. Este artigo foi concebido, a fim de estimular a discussão acerca de como melhor utilizar os recursos limitados disponiveis, sem desgastar o inventário atual de aeronaves. Examina a doutrina atual, identifica a terminologia comum e apresenta certas ideias não tradicionais. [Também] tece comentários referentes a veículos aéreos não tripulados (UAV).
O componente terreste leva a cabo operações que abrangem o espectro total. As solicitações de ataque aéreo tático combinado [JTAR] corroboram esta declaração.2 As operações de espectro total consistem de quatro elementos: operações ofensivas, operações defensivas, operações estabilizadoras e operações de apoio civil.3 Baseado no alcance das operações de componentes terrestres, o apoio aéreo recebe solicitações de CAS, desde movimento-operações de contato a vigias armados para rituais religiosos.
O componente terrestre está completamente ciente de que, de acordo com a doutrina atual, recebe a alocação / seu quinhão de recursos CAS, baseado somente em solicitações CAS.4 O termo aproximado em CAS não possui a inferência de distância específica. Depende, sim, da situação. O requisito para a integração detalhada devido a proximidade, fogo ou movimento é o fator determinativo. Entretanto, isto está se tornando cada vez menos relevante ao que o componente terrestre necessita, de fato, para servir de força estabilizadora. A demanda para que o CAS dispare próximo às forças amigas está se tornando um fator mínimo, atualmente, no Iraque e Afeganistão.
Durante os últimos cinco anos, os caças / bombardeiros das forças de coalizão evoluiram mais além de bombardeio / bombardeio cerrado e violento. Concordo que os sensores de seleção de alvos [montados na fuselagem] foram projetados para empregar munição de precisão teleguiada e reduzir danos colaterais, mas a capacidade inerente dos sensores expandiram sua função para a de reconhecimento/vigilancia efetiva, amplamente usados. Infelizmente, a Força Aérea não possui a infraestrutura de dados secretos para explorar a informação compilada pelos sensores e outras fontes. A Força Aérea deve possuir a capacidade de dados secretos integrada ao esquadrão, como fazia o esquadrão RF-4, se é que vai explorar completamente os dados obtidos da metragem do filme de vídeo (FMV- Full Motion Video).5
Nas operações atuais, o componnente terrestre necessita muito de plataformas de reconhecimento. Certas pessoas até dizem ser uma “fome ilimitada”.6 Esta necessidade excede, e muito, os recursos disponíveis para cobrir os requistos, alguns deles para que o reconhecimento armado possa capacitá-los a levar avante ataques imediatos contra o inimigo, durante operações onde o período de tempo é crítico (ex.: estabelecimento de fogo indireto e posicionamento de dispositivos explosivos improvisados). Pode ser que estas solicitações não necessitem de proximidade à forças amigas ou requeiram integração detalhada, uma vez que pode ser que operação alguma esteja ocorrendo no local de reconhecimento proposto. Assim mesmo, nenhum dos caças atuais que fazem parte do inventário da Força Aérea foram projetados para reconhecimento FMV. O F-16C+ (Block 30), uma aeronave de reconhecimento, substituiu o RF-4 como a plataforma de reconhecimento armado principal da Força Aérea. Mas não pode enviar o vídeo que o componente terrestre necessita, em tempo real, i.e., a metragem que obtém de aeronaves equipadas com Remote Operations Video Enhanced Receiver (ROVER)[Receptor Avançado de Operações de Vídeo via Controle Remoto]. Devido ao fato de que o componente terrestre não pode preencher os requisitos de reconhecimento-apoio com os recursos orgânicos ou equipamento de vigilância e reconhecimento, usa agora o processo JTAR para solicitar o reconhecimento armado de recusos CAS tradicionais. Embora seja denominado CAS para permanecer dentro dos limites doutrinários, não é o CAS, segundo a definição típica da Força Aérea. Infelizmente os caças designados aos dois teatros de operações devem providenciar CAS ao compomente terrestre. É aí onde começa a fricção.
Os termos usados pelo CAS tradicional, tais como linha de tropas avançada e linha de coordenação de fogo de apoio, frequentemente não existem quando as aeronaves desempenham a AAS, uma vez que o componente terrestre possui “controle” de toda área de operações. O ambiente de CAS atual na Liberdade do Iraque e Liberdade Sustentável usa muitos termos novos, tais como vigilância aérea armada / cobertura superior; vigilancia oportuna; presença aérea; efeitos aéreos; inteligência, vigilancia e reconhecimento não tradicionais, (NTISR, também chamado ISR); reconhecimento aéreo; dispositivos explosivos anti-improvisados (C-IED); antimorteiro, antifoguete; antifogo indireto (C-IDF); anticontrabando; contrainsurgência; identificação positiva; FMV; munição de precisão guiada; armamentos estimados para baixo dano colateral; demonstração de presença; demonstração de força; e ROVER. A Joint Publication (JP) 3-09.3, Táticas Conjuntas, Técnicas e Procedimentos para Apoio Aéreo Aproximado (CAS), 3 de setembro de 2003, não faz menção dos termos acima. Ainda assim, todos esses termos e abreviações fazem parte dos JTARs apresentados para apoio em operações de coalizão atuais. As tarefas do componente aéreo são tudo menos CAS tradicionais. Dependendo de quem esteja falando, essas tarefas não só possuem significados e requisitos distintos, mas também a capaciade de avaliar seus resultados possui variações. Até que as forças armadas estejam de acordo a respeito de que tipos de missão devem ser apoiados por recursos de ataque, vai continar a existir uma guerra sobre requisitos, forçando assim, uma postura de recursos de ataque. É o primeiro problema que devemos resolver durante o processo de revisão doutrinária.
Sob a doutrina atual, nenhum recurso de caça / bombardeio possui uma missão / função definitivas para o NTISR. A capacidade dos novos sensores de seleção de alvos vinculados ao ROVER não acrescentou nova função para a qual a tripulação de caça / bombardeio treina na arena ISR, mas todos sabem que existe. É o momento em que devemos admitir que a demanda existe, simplesmente porque o componente aéreo não possui UAVs em estoque em número suficiente para fazer face à exigência . Do ponto de vista da tripulação, este não é um uso apropriado da aeronave armada, mas do ponto de vista do componente terrestre é uma capacidade muito importante.
Se a FA admite a capacidade de NTISR dos caças / bombardeios, e deseja apoiar o componente terreste nesta função, metade da controvérsia já desapareceria. Ao fazer isso, contudo, alguns problemas de longo prazo surgiriam, afetando a capacidade da frota de gerenciar os requisitos de longevidade da aeronave. Outro obstáculo é fazer com que as tripulações de caças e bombadeios admitam que esta função é viável. Os recursos aéreos táticos são aeronaves de reconhecimento caras. A Força Aérea e o Exército devem considerar a utilização principal a que se destinam seus recursos e determinar se os efeitos superam a falta de eficiência. Ademais, os líderes da FA devem tomar certas decisões difceis a respeito das funções que os recursos CAS irão apoiar. Tavez isso signifique limitar os recursos CAS às funções CAS e remover suas funções de ISR. É muito importante lembrar que o componente terrestre é o componente que está sendo apoiado (o cliente) e que o componente aéreo é o componente que está providenciando o apoio (o provedor). Quem possui a mais alta prioridade – o Exército que necessita de ISR ou a Força Aérea que deve manter a longevidade da frota de apoio aéreo tático?
Embora os recursos aéreos atuais não possam preencher todos os requisitos das forças terrestres, a maior parte de suas avaliações tem sido positiva. Por outro lado, as tripulações não parecem estar contentes com o apoio que delas se requer. Pensam que estão perdendo muito tempo no ar, em busca da famosa agulha no palheiro.
O componente terrestre requisita reconhecimento armado para encontrar o inimigo ou detê-lo / negá-lo. Quando solicita C-IDF ou C-IED do recurso espera que a aeronave que providencia o apoio encontrará o inimigo com “a mão na massa”, neutralizando-o ou evitando que usem os IDFs ou IEDs. Se a aeronave que providencia o apoio cumpre com qualquer um desses objetivos, a missão terá exito. Infelizmente, a tripulação não reconhece muito bem sua função de prevenção. Os relatórios de C-IDF ou C-IED normalmente indicam que nada foi feito e que foi perda de tempo para o avião. A avaliação de mérito dos resultados deve ser feita pelo cliente. Se o componente aéreo produziu o efeito desejado pelo componente terrestre, a missão foi bem sucedida.
Alguns sugerem que o componente aéreo deve assumir o comando de apoio durante certas operações que o componente terrestre não pode cobrir por completo – por exemplo, anticontrabando / operações de fronteira.7 Tanto o Iraque como o Afeganistão possuem fronteiras longas e desprotegidas, sem barreiras naturais que canalizem os contrabandistas a um ponto onde as forças terrestres possam interditá-los. É impossivel que o componente terrrestre controle, por completo, esta área tão vasta. O único modo de cobrir porções deste território é designar a potência aérea como o comando líder que recebe o apoio.8 Mas, assim mesmo, os líderes de força tarefa / componente terrestre combinados parecem não gostar de qualquer coisa que colocaria a Força em papel de apoio. Assim deixam de usar, por completo, todas as capacidades das plataformas, como o sistema de Radar de Ataque a Alvos e UAVs. O resultado é que seu desempenho em funções de anticontrabando / operações de fronteira é deficiente. Consequentemente, tanto a liderança aérea como a terrestre não compreendem bem a relação de apoio / apoiado. Para uma missão estabilizadora, uma parceria igual é um prerequisito para o êxito. Em certas missões, designar a um ou a outro a função de apoio ou apoiado não nega a um ou a outro os direitos de parceria. Os líderes terrestres estão fadados a um desempenho deficiente na AAS, se deixam de reconhecer esse fato.
Da perspectiva do componente terrestre o componente aéreo não pode controlar a fronteira, uma vez que não é uma força que opera em terra. As forças aéreas produzem efeitos no solo mas, com exceção de um ataque nuclear esses efeitos são, em geral, temporários. É uma questão de efetivo: o componente terrestre simplesmente não possui tropas suficientes. A potência aérea, uma grande multiplicadora de força deve, todavia, ser usada de forma cirúrgica quando integrada às forças terrestres. Os sistemas de inteligência, operações e comando e controle da Força Aérea não se destinam a tomar a liderança em operações terrestres. Normalmente a força apoiada é aquela que aceita o maior risco. Uma parceria equivalente acarreta a mesma contribuição ou risco. Atualmente no Iraque e Afeganistão, esse não é o caso. Assim, a questão é se o componente aéreo está disposto ou é capaz de providenciar apoio às operações que abrangem o espectro total. Reitero: sob o ponto de vista do componente terrestre é para isso que o componente aéreo alistou-se em função de apoio. Deste modo, deve estar disposto a providenciar o apoio aéreo de espectro total.
Também devemos considerar o uso tradicional de plataformas de combate pela Força Aérea. Dentro dos limites atuais do modo de operação para caças, a menor formação possível exige dois caças. O conceito principal para o uso desta formação – apoio mútuo – é baseado em reação à ameaça. Quando a aeronave funciona como plataforma CAS, essa diretiva deve continuar sendo o elemento de manobra mínimo. Mas, quando um caça / bombardeiro é designado à função de ISR, pode ser que isso não seja necessário. Devido à falta de ameaça aérea e somente mínima ameaça do solo (fogo de pequenas armas e possivel obuses), a aeronave pode operar sozinha. Os caças da Marinha, Fuzileiros Navais e alguns que pertencem à coalizão já levam a cabo operações de uma só aeronave dentro de 60 milhas dos caças que lhes dão apoio. Este é o momento para a Força Aérea considerar este tipo de operação, quando designada para a função de ISR. Uma vez mais, a Força Aérea necessita admitir sua capacidade ISR, o que tornaria possível um uso mais eficiente de seus recursos e aumentaria sua capacidade de apoio ao componente terrestre.9
O reconhecimento desempenha papel crítico em missões de apoio aéreo para a estabilização nacional. As Aeronaves Não Tripuladas Predator MQ-1 e o Reaper MQ-9 providenciam FMV importante ao comandante terrestre e ao contingente ISR. Infelizmente, os pedidos de apoio excedem, e muito, a disponibilidade de recursos para atender a outros pedidos. O componente terrestre está ciente da capacidade dos recursos FMVs do componente aéreo. Quando não pode obter o apoio FMV de recursos orgânicos ou através de solicitações da divisão ISR do centro de operações aeroespaciais da coalizão, o componente terrestre usa o processo de pedidos da JTAR. É o motivo principal para que as solicitações tradicionais de reconhecimento / vigilância sejam passadas a recursos CAS de asa fixa, pois possuem capacidade de ISR inerente.
Armados, o Predator e o Reaper estão adaptados a recursos de múltipla função, dedicados a ISR ou missões CAS. Contudo não possuem a abilidade de bombardeio rápido e violento, o que limita suas opções, quando existe uma escalada de força. Se contássemos com um estoque ilimitado de Predators e Reapers armados e se o espectro de frequencia pudesse manipular os vínculos de dados teríamos, então, a oportunidade de reduzir significativamente o número de recursos CAS tripulados, de asa fixa dentro do teatro. Um Predator fornece até 12 horas de cobertura contínua, sem reabastecimento, o que levaria quatro formações de dois caças pilotados, voando três horas a cada turno, usando 250,000 libras de combustivel para cobrir este mesmo período de tempo. No mínimo poderiamos reduzir muito o número de horas de voo pelas aeronaves tripuladas de asa fixa, diminuindo significativamente a quantidade de reabastecimento aéreo.
Geralmente, a definição de CAS é colocar o material bélico no alvo, próximo às forças amigas. Mas, essa não é a maneira como usamos a grande maioria dos recursos aéreos táticos do componente aéreo durante as missões de estabilização atuais. Não significa que as forças terrestres não requerem apoio, especialmente quando a maior parte de nossas plataformas de armas possuem capacidade múltipla mas, os recursos armados ISR podem providenciar CAS e a ISR não requer formações de duas naves. Este é o momento de revisar a doutrina oficial de integração com as forças terrestres. A Força Aérea deve formular a melhor maneira de apoiar os requisitos, a fim de predominar em ambiente de contrainsurgência. Os líderes da Força Aérea e do Departamento de Defesa devem responder às seguintes perguntas:
1. Onde encontramos a linha divisória entre o apoio ao componente terrestre com os recursos aéreos que possuem capacidade múltipla e a manutenção da frota de combate dentro das funções designadas.
2. A que custo a Força Aérea está disposta a voar as plataformas de CAS em apoio às missões ISR.
3. Por quanto tempo a frota pode continuar a voar, de acordo com a escala atual e que inferências existem a longo prazo.
4. Quais são as inferências de treinamento e requisitos de uso para que recursos CAS desempenhem funções de ISR, e plataformas ISR armadas desempenhem funções de CAS.
5. Será que a missão de estabilização / AAS cria a necessidade para uma nova aeronave que possa desempenhar todas as funções (providenciar FMV, bombardeio, bombardeio cerrado e violento, e voar por longo período sem necessitar reabastecimento aéreo)?
Para começar a responder a essas perguntas recomendo que devemos parar, de imediato, o uso de caças (plataformas CAS) para funções de C-IED e C- IDF e limitar seu uso para a função de reconhecimento armado / NTISR. Colocaria todos os Predators sob o controle do comandante do componente da potência aérea combinada e distribuiria [esses recursos] igualmente entre a ISR e o CAS. Na função CAS, usariamos esses Predatos primariamente em missões C-IDF e C-IED. Limitaria os recursos de caças de asa fixa à operações diretas de compomente terrestre fora de bases aéreas ou bases de operação avançadas (tradicionalmente CAS) e colocaria caças a 15 minutos de alerta terrestre (duas aeronaves) em bases estrategicamente posicionadas dentro das duas áreas de responsabilidade no Iraque e Afeganistão. Baseado em nossas operações atuais em ambos os locais, buscaria, de imediato, modificar uma plataforma ISR atual para exercer função alternada em missão CAS ou projetaria uma nova plataforma multifuncional que possa operar em ambiente de superioridade aérea permissível (tripulada ou não).
A Força Aérea necessita alocar e usar os recursos de maneira sábia. Tempus fugit para fazer com que isso aconteça, se desejamos preservar a longevidade da frota.
Base Aérea Al-Ueid, Qatar
1. O termo componente aéreo abrange caças e bombardeiros pilotados, de asa fixa da Força Aérea, Fuzileiros Navais e Marinha, bem como aeronaves da coalizão taticamente controladas pelo comandante do componente aéreo da força combinada.
2. O termo componente terrestre refere-se às forças terrestres de coalizão dos E.U.A., Iraque e Afeganistão.
3. O exército define o conceito de operações de espectro total como: “As forças do Exército incluem as operações ofensivas, defensivas, de estabilização e apoio civil, simultaneamente, como parte de força conjunta interdependente, a fim de apropriar, reter e explorar a iniciativa, aceitando risco prudente para gerar oportunidades, a fim de alcançar resultados decisivos.” US Army Field Manual 3-0, Operations, fevereiro 2008, 3-1, http://usacac.army.mil/cac2/repository/materials/FM3-0(FEB %202008).pdf.
4. Joint Publication 3-09.3 Joint Tactics, Techniques, and Procedures for Close Air Support (CAS), 3 setembro 2003) [incluindo mudança 1, 2 setembro 2005], ix,http://www.dtic.mil/doctrine/jel/new_pubs/jp3_09-3chl.pdf.
5. Col Jay B. Silveria, Supreme Headquarters Allied Powers, Europe, European Command, Belgium, comunicação pessoal com o autor, 4 março 2008.
6. Maj Bruce Munger, director de operações, 20th Air Support Operations Squadron, e instructor de controle aéreo tático conjunto , Operation Iraqi Freedom, outubro 2007-abril 2008, comunicação pessoal com o autor 5 fevereiro 2008.
7. Col Seth P. Bretscher, chefe de operações de combate, International Security Assistance Force Air Component Element, Kabul, Afeganistão, comunicação pessoal com o autor, 17 fevereiro 2008.
8. Ibid.
9. Silveria, comunicação pessoal com o autor.
Major Gary L. Burg, USAF
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