Publicado em 01 Fevereiro 09
ASPJ  Em Português 1° Trimestre 2009

Como projetar o futuro:
a criação de vetor pelo
 General Stephen Lorenz para cultivar militares
da Força Aérea atuais e futuros

Segundo-Sargento Matthew Rosine, USAF

Para muitas pessoas, o amanhã é outro dia. Mas para o General Stephen Lorenz, o desenvolvimento de militares da Força Aérea do futuro deve ser feito de modoGen. Stephen Lorenz em frente ao seu T-1 Jayhawk profissional e decisivo, hoje mesmo.

Como líder do Air Education and Training Command [Comando de Educação e Treinamento Aéreo] (AETC), o General Lorenz tem a obrigação de levar à cabo a missão de combate conjunto da Força Aérea. Deve, também, promover a Força Aérea do futuro− um legado a ser levado avante por mais de 300.000 militares da Força Aérea, atualmente servindo ao redor do globo.

Esse desafio é algo que o ex-aluno da Academia da Força Aérea, formado em 1973, está disposto a enfrentar com o apoio dos homens e mulheres do AETC.

“Tenho muito orgulho em trabalhar com os homens e mulheres do Primeiro Comando. Desempenham a missão e merecem o crédito,” disse o General Lorenz. “Tive a oportunidade de conhecer muitos em viagens aos grupos de Comando e sempre fico muito bem impressionado com sua inteligência, tenacidade e patriotismo,” completa o General.

A Vitória no
Combate Atual

O AETC treina mais de 340.000 alunos anualmente e se encontra em 13 diferentes bases, utilizando o trabalho de mais de 88.000 militares da ativa, Guarda Nacional, reserva, civis e pessoal contratado. “Esses líderes profissionais são a base do programa do Comando. São homens e mulheres que recrutam, treinam e educam a Força Aérea com o conhecimento, aptidões e perícia que necessitam para ‘ganhar o combate de hoje.’ É a função principal do AETC e sempre me admiro, quando viajo e vejo o pessoal se dedicando, de coração, a fim de recrutar as melhores pessoas e as mais brilhantes, treiná-las em aptidões básicas e educá-las para que possam por em prática a lógica crítica,” disse o General.

Apesar de fortes chuvas, os militares do 326° Esquadrão de Treinamento, esquadrilhas 261 e 262, recitam o juramento de formatura do curso de treinamento militar básico no desfile da Base Aérea de Lackland em San Antonio, Texas.

Os programas de treinamento militar básico para os gruaduados e o treinamento de oficiais proporcionam aos militares e combatentes da Força Aérea os fundamentos que necessitam para ter sucesso na Força Aérea atual. Em seguida, os programas técnicos e de voo são edificados sobre essa base para fornecer, a cada militar, a proficiência técnica para o sucesso ciberoaeroespacial no campo de batalha atual. O AETC também inclui o serviço de recrutamento da Força Aérea, duas Forças Aéreas numeradas e a Universidade do Ar.

“Do treinamento militar básico à praças e graduados pela Base Aérea de Lackland até os cursos para oficiais experientes na Universidade do Ar, oferecemos a matiz correta de treinamento e educação para a Força Aérea. À medida que o pessoal recebe excelente desempenho em treinamento e educação de força para ‘ganhar a luta de hoje,’ também contribuem diretamente à ela,” afirmou o General Lorenz.

Em média, durante os últimos três anos, cerca de 4.400 homens e mulheres designados ao AETC foram mobilizados em apoio à guerra contra o terrorismo e outras operações em todo o mundo, fornecendo aos comandantes combatentes conhecimento, habilidade e perícia para vencer o combate conjunto atual. Conforme explicou o General Lorenz, “muitos desempenham tarefas que dizem respeito à competências essenciais, tais como treinamento de parceiros em voo, manutenção de aeronaves e a educação para a liderança de novas organizações. É experiência que esses combatentes contribuem, a fim de ajudar os militares da Força Aérea a superar qualquer desafio em batalhas futuras.

Frente à Frente
aos Obstáculos

Para o General Lorenz e o AETC, o caminho à vitória deve superar três obstáculos principais: recursos limitados, modernização do inventário aeroespacial já obsoleto e manutenção de flexibilidade para satisfazer as futuras necessidades de treinamento.

“Assim como todos, encaramos grandes obstáculos porque estamos equilibrando lacunas em todo o comando, à medida que lutamos para alcançar metas cada vez maiores de recrutamento e formação de estudantes. Os líderes da Força Aérea devem tomar decisões sábias à respeito de onde colocar o enfoque, pois a verba, recursos humanos e o tempo são limitados.”

O Cabo Andrew Caro e o Segundo Sargento Dustin Maglinti apontam para um alvo durante um exercíco de treinamento na Base Aérea Lackland, Texas.

Quando o General Lorenz tratou do problema da modernização, já colocou o Comando no vetor correto.

Citando uma vez mais o General Lorenz, “estamos constantemente tratanto de manejar uma frota de aeronaves que está envelhecendo. Muitos aviões são simplesmente antigos e estamos tomando certas medidas extraordinárias para manter uma frota segura e confiável. Meu objetivo é para que os tripulantes nunca se preocupem com a segurança básica do avião. Sei que estão sempre prontos a reagir se algo der errado, mas quero que também tenham confiança de que cumprimos, diligentemente, com o dever, no sentido de ter certeza que certa estrutura está pronta para voar. Examinamos os aviões e fizemos algumas mudanças nas rotinas de inspeção, como garantia. Também estou seguro de que vamos adquirir algumas aeronaves novas no futuro, embora não tão pronto como queremos.”
Os militares da Força Aérea, hoje em treinamento, também estão se preparando para as funções.

“Outro problema para o Comando,” segue o General Lorenz, “é termos a flexibilidade suficiente, a fim de oferecer treinamento relevante, à medida que o mundo muda. A Força Aérea está em fase de constante aprendizagem e crescimento em campo e devemos saber como transferí-la à próxima geração de militares. Isso significa adotar processos, de forma a incorporar rapidamente o que aprendemos no currículo. Devemos também adaptar-nos às novas exigências devido à atual luta, inclusive o aumento dramático na demanda de militares em campo de batalha, operadores de sistemas aéreos não-tripulados e pilotos para operações especiais.”

A Capacitação de Operações
Conjuntas e Combinadas

Com a evolução da guerra contra o terrorismo e a expansão da função da Força Aérea em operações globais, os militares da Força Aérea formados pelo AETC devem se preparar para por em prática habilidades e treinamento em ambiente em constante mudança. O General Lorenz diz que “colocamos, rapidamente em campo, programas de treinamento para preparar as Forças para sobreviver e lutar no Iraque e Afeganistão.” Alguns incluem o Curso Básico de Comboio de Combate. Esse curso proporciona à equipes integradas de comboio a capacidade de operar globalmente em uma miríade de ambientes, sob possível ameaça.

O AETC também criou o programa de treinamento Conselheiro do Ar para ajudar os militares da Força Aérea a reconstruir tanto a Força Aérea iraquiana como também o Corpo Aéreo do Exército Nacional do Afeganistão. Esse programa proporciona, anualmente, treinamento básico de habilidade de combate, consciência cultural, linguística e táticas, técnicas e procedimentos para mais de 750 militares. O Comando fornece o treinamento de Conselheiro do Ar à todas as Forças. Muitos contêm instrução de voo ou manutenção em várias aeronaves de nações parceiras, tal como o helicóptero russo Mi-17.

O General Lorenz relata que “um dos maiores sucessos do AETC é que o Comando veio a ser o líder no treinamento de militares da Força Aérea designados a preencher vagas no Joint Sourcing Solutions [Solução de Recursos Conjuntos] para comandantes de forças conjuntas. Isso significa que, anualmente, oferecemos treinamento à mais de 7.000 militares da Força Aérea em funções que normalmente não seriam suas. As críticas que recebo sobre esses militares são bem positivas. Os comandantes das forças conjuntas estão muito satisfeitos com o desempenho do pessoal em campo e todos nós, oficiais mais antigos, sentimos muito orgulho com isso.”

O Comando também criou os cursos Evasion [Evasão] e Conduct After Capture [Conduta Após Captura], treinamento avançado para a sobrevivência dos militares da Força Aérea.

“Esperamos que nunca precisem usar tal treinamento, mas disponibilizá-lo, caso estiverem em mãos inimigas é o correto. Queremos providenciar as ferramentas necessárias para que ‘regressem com honra’,” diz o General Lorenz.

Além disso o AETC criou o Basic Expeditionary Airman Skills Training [Treinamento de Habilidades Básicas do Expedicionário], chamado de BEAST durante o treinamento militar básico. Esse programa introduz treinamento de habilidades expedicionárias para todos os praças e graduados da Força Aérea. O Comando também conclui uma revisão da Escola de Treinamento para Oficiais e do Curso Básico Aeroespacial que agora integra o treinamento básico de habilidades expedicionárias em todo o currículo de treinamento de oficiais.

Todas essas tentativas estão centradas na capacitação para o sucesso dos futuros militares nesta era de ambientes operacionais conjuntos e combinados.

O Capitão Sam Allen, instrutor do 563° Esquadrão de Treinamento de Voo e Diretor do curso básico de USA - Fundamentos de Sistemas de Aeronaves Não Tripuladas na Base Aérea de Randolph, Texas.   A Segunda-Sargento Nicole Saulsberry passa em revista durante a cerimônia de graduação de treinamento militar básico na Base Aérea de Lackland, Texas

O Enfoque no Futuro

O desenvolvimento de futuros militares é tarefa que intimida. A fim de ajudar a manter o Comando na direção certa, a liderança utiliza uma variedade de caminhos para determinar as necessidades educativas e de treinamento dos militares da Força Aérea. Um desses caminhos foi o Levantamento de Aprendizagem Futura que o AETC levou à efeito em 2008. Essa pesquisa revelou que o militar da Força Aérea atual está cada vez mais familiarizado às novas tecnologias inovadoras e o AETC planeja incorporar essa afinidade, cada vez maior, pela tecnologia.

Nas palavras do General Lorenz, “estamos usando o Levantamento de Aprendizagem Futura para concentrar tentativas de pesquisa, a fim de transformar os sistemas de aprendizagem. Os jovens se sentem em casa com a nova tecnologia e o futuro militar ingressa na Força Aérea com a expectativa de utilizá-la para que possa aprender e progredir. Nossa função é encontrar a mescla correta de tecnologia e técnicas de aprendizagem para permitir que cada aluno use todo seu potencial para a Força. Isso significa que lançamos mão dos meios mais eficazes para a educação e treinamento.

Às vezes, a melhor maneira de aprender é com a mão na massa, outra é ouvir um instrutor em sala de aula e, ainda outra, através da leitura de manual ou tela de computador. No futuro, pode ser que providenciaremos treinamento e educação de novas maneiras, talvez através de experiências em ‘Second Life’ ou cursos adaptados ao ritmo do aluno que permitem a aprendizagem a seu proprio passo.Todos nós aprendemos de maneira distinta. Por exemplo, alguns assimilam melhor lendo e outros gostam de falar sobre o material didático. Estou animado com as possibilidades de ensinar e treinar nosso pessoal usando seus próprios estilos de aprendizagem.”

Esses programas aperfeiçoados terão um impacto nas muitas facetas das operações da Força Aérea, tais como supremacia espacial e utilização de sistemas de aeronaves não-tripuladas [Unmanned Aircraft Systems – UAS]. Desde o anúncio feito pelo Chefe do Estado-Maior da Força Aérea, General Norton A. Schwartz, em setembro de 2008, essas novas exigências agora incluem sistemas de aeronaves não-tripuladas. Em seu anúncio, o General Schwartz disse que a Força Aérea vai designar 100 pilotos por ano, provenientes do curso de formação de pilotos, diretamente às operações UAS, a fim de cumprir as previsões de 800 novos operadores de UAS nos próximos cinco anos.

“A primeira coisa que devemos fazer é preencher a necessidade imediata de operadores de UAS, e o Chefe do Estado-Maior autorizou o envio de até 100 pilotos recem-formados, cada ano, para operar este equipamento de suma importancia”, disse o General Lorenz.

Até agora, apenas aviadores experientes são designados para os UAS. A fim de garantir que pilotos recém-formados estejam prontos para o treinamento formal com os UAS, o AETC deu início ao curso Fundamentos de UAS na Base Aérea Randolph, Texas, em novembro de 2008. O curso é uma combinação de instrução acadêmica e simuladores sem operações de voo reais, mas o programa irá providenciar o conhecimento básico para preparar indivíduos a ingressar no treinamento de médios a grandes UAS. “Também estamos implementando um programa de teste para ver se outros militares da Força podem preencher as funções de operadores de UAS,” afirmou o General Lorenz.

Após selecionados, o primeiro grupo dos 10 primeiros oficiais passaram pelo processo de testes para os UAS. Esse processo consiste em treinamento de aeronaves leves, utilizando um programa de qualificação para o simulador T-6 na Base Aérea Randolph, após o qual, uma introdução aos fundamentos do curso, antes de se proceder ao treinamento formal nos UAS. Um segundo grupo, beta, de 10 oficiais, iniciará o treinamento em junho. “O objetivo é compilar ensinamentos desses dois cursos e determinar como proceder,” disse o General.

Como Melhorar a Curva
de Aprendizagem

O General Lorenz, liderando a tendência à mudanças inovadoras e melhores formas de treinar e educar militares da Força Aérea Norte-Americana, supervisiona oOs militares do 363° Esquadrão de Treinamento, em treinamento. desenvolvimento de novos centros de aprendizagem e lidera melhorias nos já existentes.

Recentemente, o AETC instituiu o Centro de Excelência Cultural e Idiomas da Universidade do Ar na Base Aérea Maxwell, Alabama, para assimilar experiências obtidas em operações da guerra atual contra o terrorismo. Este Centro irá determinar a melhor maneira de incorporar essa experiência com a liderança da Força Aérea e a orientação do Departamento de Defesa. O Centro vai também formular as recomendações para a liderança da Força Aérea para educação e programas de treinamento futuros que irão colocar a Força Aérea em uma posição ideal, a fim de apoiar a luta conjunta que abrange toda a guerra.

“Não há dúvida que nossa percepção cultural pode melhorar e o domínio de idiomas é a chave principal que vai abrir as portas à outras culturas,” afirmou o General Lorenz, completando: “nosso objetivo é apresentar recomendações à liderança da Força Aérea para que nos ajudem a aperfeiçoar estes pontos.”

O AETC e o Exército formularam o currículo para o treinamento do Conselheiro do Ar em solo em parceria com a escola do Exército Joint Advisor Training School, no Fort Riley, Kansas. Todos os Conselheiros do Ar que necessitam treinamento para apoiar a Força Aérea iraquiana frequentam o treinamento de voo da Marinha, na Base Naval Aérea de Corpus Christi, Texas.

O Segundo Sargento Bryan Garcia e o suboficial Ronald Thompson cobrem um ao outro durante treinamento na Base Aérea Lackland, TexasO AETC criou o curso Coordenadores de Guerra Eletrônica e o curso para os militares destacados para a operação Liberdade Sustentável em 2008. Esses cursos proporcionam treinamento conjunto para todos os tripulantes especializados em guerra eletrônica, como requisito de treinamento pré-destacamento para apoio à missão Antidispositivos Explosivos Improvisados.

A dedicação do comando também presenciou o AETC a utilizar programas existentes para melhorar o treinamento e educação dos militares da Força Aérea, tais como programas de ensino à distância.

O General Lorenz comenta que “em anos recentes, investimos em ensino à distância para aumentar oportunidades educativas dos militares. Por exemplo, criamos a Associate to Baccalaureate Cooperative para ajudar os praças e graduados a conseguir o bacharelado. A gente gosta de denominá-lo ‘12 cliques para se chegar ao terceiro ano universitário,’ porque tudo o que os militares precisam fazer é ir ao site (usando o Portal da Força Aérea) onde encontrarão universidades que oferecem créditos universitários pelo treinamento que já possuem.”

Os militares também têm a oportunidade de candidatar-se à bolsas de estudos e matricular-se em outros cursos pertinentes.

“Este é um ótimo exemplo de como o ensino à distância ajuda os militares a alcançar objetivos educativos,” disse o General Lorenz. E prosseguiu: “criamos o programa de mestrado para os oficiais, através da Escola de Comando e Estado-Maior, que fornece aos mesmos a maneira de obter o mestrado on line. Com quase 1.000 alunos inscritos, recentemente diplomamos os primeiros alunos. Um resultado interessante deste programa é que muitos oficiais de outras Armas também se matriculam, porque podem obter o diploma de mestrado e, ao mesmo tempo, receber créditos para a Educação Militar Profissional Conjunta.”

“Essa iniciativa tem a possibilidade de proporcionar um treinamento de qualidade com boa relação custo-benefício à maior número de militares da Força Aérea, economizando mais de 37 milhões de dólares até o ano fiscal de 2010. Esta tentativa só terá como alvo os cursos apropriados à este formato, a fim de garantir que o treinamento à distância será, no mínimo, tão eficaz como os de ensino em classe, aos quais substituem” explica o General.

Nem todos os cursos irão manter o mesmo formato com o qual a maioria das pessoas está familiarizada. Esse processo atualizado vai utilizar várias formas de ensino à distância, inclusive cursos nos quais o aluno estabelece o horário e cadencia, quando apropriado, como também formas e ferramentas mais interativas, tais como lousas, salas de bate-papo e seminários on line.

“Estamos também procurando, de forma ativa, converter alguns cursos de treinamento para ensino à distância. Seria possível substituir alguns cursos de ensino em classe à ensino à distância, talvez via ‘instrutores virtuais’,” disse o General Lorenz, acrescentando: “isso vai economizar muito tempo e dinheiro, se feito de maneira correta. É importante, no entanto, proporcionar aos militares tempo para tal treinamento—não podemos tornar isto em outra tarefa.

Embora essa tentativa vá resultar em grande economia e alavancar novas e emergentes tecnologias, também irá beneficiar muito os militares da Força Aérea, reduzindo o número de comissões de caráter provisório (TDY) e aumentando a disponibilidade de treinamento.

Todos esses benefícios se destinam ao aperfeiçoamento dos militares atuais. Para o General Lorenz, bem como para os homens e mulheres do AETC, formar os militares do amanhã—os futuros líderes ciberoaeroespaciais—é essencial. Não há tempo a perder.

“Nunca antes foi tão importante recrutar militares de alta qualidade, treiná-los para lutar no ambiente combinado atual e garantir a educação necessária para adaptação à um futuro incerto,” disse o General Lorenz. “A missão do AETC é aperfeiçoar os militares Norte-Americanos hoje para o amanhã. Nosso enfoque é o pessoal—nossos militares—e continuaremos a recrutar, treinar e educar os melhores militares do mundo,” concluiu.


Colaborador

O Segundo-Sargento Matthew Rosine, USAF escreveu este artigo para  “Airman, Official Magazine of The United States Air Force edição janeiro-fevereiro 2009, que gentilmente nos concedeu publicá-lo. Ver www.airmanonline.af.mil


As opiniões expressas ou insinuadas nesta revista pertencem aos seus respectivos autores e não representam, necessariamente, as do Departamento de Defesa, da Força Aérea, da Universidade da Força Aérea ou de quaisquer outros órgãos ou departamentos do governo norte-americano.


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