Documento criado em 26 Maio 05
ASPJ  Em Português 2° Trimestre 2005

Poder Aéreo Não-Convencional

Major William Brian Downs, USAF

memorial downs

É com profundo pesar que os editores da Air & Space Power Journal comunicam que o  Major William Brian Downs, autor deste artigo, faleceu, juntamente com mais três americanos e o piloto iraquiano a quem dava instrução de vôo, em virtude de acidente aéreo com a aeronave que tripulavam, ocorrido a 30 de maio de 2005 a 80 milhas a nordeste de Bagdá.

 

modelo experimental

A despeito de quase um século de experiência em combate aéreo, a Força Aérea enfrenta, hoje, uma forma de guerra para a qual está mal preparada. Nas guerras anteriores, encontramos o caminho da vitória adaptando-nos corretamente a cada conflito particular. Mais uma vez precisamos nos ajustar se quisermos empregar o poder aéreo de forma mais eficaz nas operações contraterrorismo (CT) e contra-insurgência (COIN). Este artigo descreve, em linhas gerais, uma doutrina de poder aéreo não-convencional para essas tarefas e recomenda modificações na estrutura de força e nas táticas que ajudarão a executar essa doutrina de maneira bem-sucedida no campo de batalha. Em especial, as recomendações incluem o desenvolvimento de uma nova aeronave para operações CT e COIN.

Embora a Força Aérea deva manter seu pensamento concentrado no aspecto regional dessas duas tarefas, precisamos permanecer atentos de maneira planetária. Quer dizer, necessitamos conhecer intimamente os povos, os idiomas e as culturas dos países em que atuamos; ao mesmo tempo, precisamos entender como nossas ações em uma área específica afetarão outras áreas no planeta. Isto é verdadeiro para a Força Aérea como o é para os combatentes na superfície. Na verdade, precisamos compreender claramente todos os efeitos das operações aéreas porque a velocidade e letalidade delas amplia o potencial de fazer o bem ou de infligir danos. Além disso, a despeito das profundas raízes regionais dos terroristas, o alcance operacional deles é planetário. Em alguns casos—por exemplo, na Indonésia—terroristas que planejam operações contra os Estados Unidos nos escapam porque situam-se em áreas politicamente fechadas para as forças dos Estados Unidos. Em outras (por exemplo, Iraque e Afeganistão), os ambientes políticos permitem que os insurgentes operem a despeito da ponderável presença militar dos Estados Unidos. Para aplicar o poder aéreo contra inimigos neste ambiente operacional planetário, as operações de combate da Força Aérea devem tornar-se tão pessoais e seletivas quanto são ágeis e precisas—e devem incluir alternativas para atacar alvos em áreas difíceis de serem alcançadas politicamente. Operações sigilosas constituem uma forma de ataque a esses tipos de alvos, mas também devemos considerar outros métodos.

Doutrina

Na guerra não-convencional, os princípios da guerra permanecem válidos, mas aplicam-se de modos diferentes e em um contexto diferente do que ocorre durante um conflito convencional. De maneira semelhante, as capacidades peculiares da Força Aérea aplicam-se a CT e COIN, mas precisam de ajustes para que se tornem eficazes. Para permitir operações aéreas pessoais e seletivas nessas tarefas, a doutrina do poder aéreo não-convencional adapta as capacidades de superioridade aérea e espacial, superioridade em informação, ataque global, combate de precisão, rápida mobilidade planetária e apoio ágil ao combate, peculiares à Força Aérea, a nosso atual campo de batalha planetário, considerando seu impacto a partir de diferentes perspectivas culturais.1 Por exemplo, após alcançar a superioridade aérea, se a continuação de operações aéreas gerar hostilidade desnecessária na população sobrevoada por nossas aeronaves, apenas estaremos prejudicando nossa missão planetária mais ampla. Assim, no atual campo de batalha, precisamos empregar os meios da Força Aérea de maneira seletiva, para evitar a criação de novos inimigos. Em alguns casos, em vez de empregarmos nossos próprios meios aéreos, deveríamos auxiliar as forças aéreas autóctones de maneira a que elas possam levar a efeito operações contra nosso inimigo mútuo. Se não existir uma força aérea autóctone dotada de capacidade, a Força Aérea dos Estados Unidos deveria assumir a iniciativa de desenvolver uma.

De maneira semelhante, a superioridade em informação no poder aéreo não-convencional vai além de plataformas de coleta de dados técnicos, analistas argutos ou sistemas de rápida difusão; inclui também a percepção do que as pessoas pensam e até sentem quanto às operações aéreas levadas a efeito pelas forças dos Estados Unidos ou locais. Na maior parte dos casos, obtemos essa compreensão atuando, no nível tático, em estreita cooperação com as forças do país anfitrião. Além de aprendermos como nossas operações influenciam a população, precisamos nos tornar competentes na previsão dessa influência. Esta consciência pode nos propiciar descortino durante o nosso processo de planejamento.

Do mesmo modo, o ataque global e o engajamento de precisão são críticos para o poder aéreo não-convencional. Contudo, precisamos não só atacar globalmente e de maneira precisa, mas também considerar quem executa o ataque. Não é necessário que empreguemos aeronaves ou tripulações dos Estados Unidos em todas as missões; com efeito, tripulações multinacionais constituídas de americanos e estrangeiros poderiam voar com a mesma facilidade. Precisamos considerar que o mesmo ataque, ao mesmo alvo, com o mesmo efeito militar pode produzir um impacto político diferente, dependendo de quem tripule a aeronave. Devemos usar isto a nosso favor, em vez de deixar que se constitua em surpresa para nós.

Finalmente, na doutrina do poder aéreo não-convencional, a rápida mobilidade planetária e o apoio ágil ao combate devem estar disponíveis para sustentar operações militares conduzidas por forças que não sejam dos Estados Unidos—ou, até, atividades levadas a efeito por organizações não-governamentais, quando apóiem nossos objetivos. Tal qual as ramificações de uma missão de ataque, o impacto político do apoio logístico depende de quem o realiza. Dessa forma, a doutrina do poder aéreo não-convencional baseia-se em efeitos, empregando forças aéreas autóctones para alcançar resultados militares e políticos de maneira local, regional e planetária.

Estrutura de Força

Como seria se de esperar, as mudanças que precisam ser levadas a efeito na estrutura de força para executar a doutrina do poder aéreo não-convencional concentram-se no treinamento e no pessoal. Em todos os níveis, a Força Aérea deve ensinar seus membros a pensar em termos planetários e a desenvolver entendimento e apreciação das culturas específicas em que vão operar. Tal treinamento deve ir muito além dos nossos atuais livretos e brifins. Nosso programa militar de oportunidades iguais é um bom exemplo de esforço a ser seguido. Ironicamente, a Força Aérea gasta atualmente mais energia para instruir seu pessoal em sua própria cultura do que em ensiná-lo quanto às culturas de nossos inimigos e aliados!

Até agora, o treinamento em profundidade em consciência cultural reservou-se primordialmente para as forças de operações especiais. Como disse o Ten Gen Norton Schwartz, essas forças precisam aprimorar sua própria percepção cultural, mas tal acuidade também cabe a nossas forças aéreas e espaciais expedicionárias.2 Os oficiais da Força Aérea devem dar o exemplo, aprendendo a falar fluentemente pelo menos um idioma estrangeiro. Contudo, também precisamos de mais forças que se especializem em transpor separações culturais. Na Força Aérea dos Estados Unidos, essas pessoas se encontram predominantemente em três especialidades: membros de embaixadas, oficiais especialistas em área estrangeira [FAO] e assessores de aviação de combate. O número de membros da Força Aérea designado para embaixadas é limitado, mas os membros das duas outras especialidades deveriam formar um corpo para desenvolver uma consciência cultural na Força Aérea.

Deveríamos aumentar o número de assessores de aviação de combate, de modo que cada comandante combatente regional e comandante de forças multinacionais se beneficiassem das habilidades deles. Esses assessores, integrantes do Air Force Special Operations Command [Comando de Operações Especiais da Força Aérea], desempenham suas missões nos destacamentos de aviação operacional de diversas especialidades da Força Aérea que avaliam, treinam, assessoram e auxiliam forças aéreas estrangeiras e as integram a operações multinacionais. Eles representam o vínculo da Força Aérea entre percepção cultural estrangeira e capacidade operacional. Além de reduzir o atrito nas coalizões, os assessores podem auxiliar na condução do poder aéreo estrangeiro para encarregar-se unilateralmente de áreas politicamente fechadas às forças convencionais dos Estados Unidos. Se terroristas ou insurgentes estiverem operando em um país de capacidade aérea extremamente limitada, os assessores poderão treinar unidades da força aérea autóctone e, em seguida, auxiliá-las no combate. Embora a Força Aérea dos Estados Unidos empregue assessores de aviação de combate, ela ainda não explorou plenamente a capacidade que lhes é peculiar. Em geral, a Força Aérea tem deixado o treinamento, assessoramento e auxílio a forças estrangeiras a cargo do Exército ou de fornecedores civis; por exemplo, o Exército assumiu recentemente a responsabilidade de conseguir uma nova aeronave de vigilância para a força aérea iraquiana. Os assessores de aviação de combate de nossa Força não tiveram qualquer papel na criação da força aérea iraquiana.3

É evidente que a Força Aérea deve aprimorar a consciência cultural de todo seu pessoal. Entretanto, também deve cultivar unidades especiais que empreguem profissionais do poder aéreo para auxiliar forças aéreas autóctones, em todo o mundo, na condução de operações CT e COIN, inclusive criar forças aéreas onde não existam.

Táticas aéreas de contraterrorismo
e contra-insurreição

Após desenvolver a doutrina e estabelecer a estrutura de força, a Força Aérea deve empregar táticas orientadas especificamente para operações CT e COIN. Estas devem incluir treinar, assessorar e auxiliar forças aéreas estrangeiras em suas tarefas de CT e COIN, bem como integrá-las às nossas. Também devemos ajudá-las a desenvolver aeronaves projetadas especificamente para a execução dessas tarefas, dentro de suas condições orçamentárias. Os Estados Unidos possuem meios aéreos que utilizam para essas operações, mas a maior parte deles é inadequada para países com recursos limitados. O AH-64, AC-130, A-10 e o veículo aéreo não-tripulado Predator estão além dos orçamentos de muitos países com genuínas necessidades de CT e COIN; além disso, o AH-64 e o A-10 foram projetados para operações antiblindados, em vez de para as tarefas de CT e COIN. Mesmo nas regiões adequadas ao emprego de meios aéreos dos Estados Unidos, a criação de uma capacidade aérea autóctone de CT ou COIN forneceria um multiplicador de força, permitiria que os Estados Unidos se desligassem dessas operações, promovendo a confiança e a força política do governo do país anfitrião.

Os países com recursos limitados deveriam desenvolver capacidades fundamentais à condução de operações CT e COIN bem-sucedidas. As forças aéreas que as conduzem precisam ser capazes de localizar, identificar e atacar alvos terroristas e insurgentes a qualquer momento e em qualquer parte, mas também precisam ter os meios para sustentar essas capacidades no longo prazo. Embora esses países estejam formando unidades terrestres de CT e COIN, as forças aéreas capazes de complementar seus equivalentes de exército ou se estão estiolando ou são inexistentes. Em alguns casos, terão de criar essa capacidade aérea a partir do zero; em outros, devem redirecionar verbas destinadas à aquisição de aeronaves onerosas para plataformas CT/COIN menos dispendiosas, simples, mas eficazes.

A aeronave ideal para emprego em operações CT/COIN para países com recursos limitados deve ser barata, bem como de manutenção e operação simples, mas ter elevada capacidade de inteligência, vigilância e reconhecimento, além de ser capaz de atacar alvos de imediato. Deve, também, ter grande autonomia para permanecer, por períodos prolongados, sobre as áreas sensíveis, capacidade de operar em pistas não preparadas e baixa detectabilidade. Embora esses países devessem considerar o desenvolvimento de uma aeronave completamente nova que atendesse a esses requisitos operacionais, enquanto isto não acontece deveriam explorar a possibilidade de usar o Thrush Vigilante. Desenvolvido em 1989. o Vigilante é uma plataforma de baixo custo para vigilância e apoio aéreo aproximado baseada na aeronave agrícola Thrush, de desempenho já comprovado. O Vigilante é uma aeronave biplace com capacidade para localizar e combater pequenas unidades e indivíduos em ambientes inóspitos. Possuindo capacidade para operar em áreas remotas, autonomia de sete horas, teto de 25.000 pés, sensores infra-vermelhos, sistemas defensivos e pilones para carga externa, o Vigilante presta-se ao emprego em áreas isoladas, por forças aéreas autóctones, para localizar e atacar terroristas e insurgentes camuflados. Esta aeronave simples, cujos sistemas básicos são de baixa manutenção, é equipada por um motor PT-6 confiável e que se encontra em toda parte. A Força Aérea dos Estados Unidos deve desenvolver o Vigilante para a guerra contra o terrorismo e, em especial, para auxiliar forças aéreas dos países estrangeiros a conduzirem suas próprias operações CT e COIN.

Essas forças aéreas poderiam usar o Vigilante com grande eficácia na execução das táticas aéreas de CT e COIN esboçadas pelo Maj Gen R/1 Richard Secord, USAF, que defende o uso de controladores aéreos avançados aerotransportados para solicitar ataques aéreos ou ataques por infantaria mecanizada contra insurgentes ou terroristas que venham a ser localizados.4 Poder-se-ia também empregar ataques de helicópteros desta maneira. No caso de o alvo ser positivamente identificado, o próprio Vigilante poderia atacá-lo. Uma força aérea estrangeira poderia desenvolver todas essas capacidades para emprego unilateral ou em operações de coalizão com nossos assessores de aviação de combate da Força Aérea. Este tipo de operação multinacional, empregando uma aeronave capaz de operar em coordenação excepcionalmente estreita com unidades terrestres autóctones e unidades dos Estados Unidos, também deve reduzir os incidentes de fogo amigo. Novamente, este tratamento do assunto permitiria operações em áreas politicamente fechadas, expandiria as capacidades autóctones nas áreas de CT e COIN e minimizaria o risco para as forças dos Estados Unidos.

O General Secord não é o único defensor deste tratamento. Em seu conceito de equipe de ataque integrado único, o Ten Cel R/1 Jerome W. Klingaman, USAF, descreve uma tática completa de CT e COIN combinada/ multinacional que inclui o papel da Força Aérea dos Estados Unidos.5 Ele defende o emprego de uma aeronave leve e armada de vigilância, como o Vigilante, para localizar alvos e, se possível, destruí-los. Uma tripulação dos Estados Unidos, estrangeira ou multinacional poderia realizar esta missão de poder aéreo não-convencional. Se necessário, helicópteros de ataque ou aeronaves de ataque de asa fixa poderiam prover poder de fogo adicional. Entretanto, falta-nos atualmente o fundamental para esta tática: especificamente, que o contato inicial com os fugazes alvos inimigos seja resultado de operações persistentes por aeronaves de vigilância leves, armadas, pouco dispendiosas.

Outros autores e teóricos têm propugnado um emprego semelhante do poder aéreo em operações CT e COIN. Já em 1965, o Maj John S. Pustay, USAF, escreveu que a aeronave ideal para COIN deveria ser de fácil manutenção e capaz de reconhecimento e apoio aéreo aproximado preciso.6 Em The Air Force Role in Low-Intensity Conflict, o Ten Cel David J. Dean enfatizou que "a Força Aérea dos Estados Unidos, para ser eficaz em tais operações [de conflitos de baixa intensidade], precisa ter um conhecimento muito minucioso a respeito do beneficiário do auxílio norte-americano e das capacidades e limitações das forças militares dessa nação".7

Em 1993, o Maj Michael C. Koster mencionou especificamente o Vigilante como "aeronave alternativa para operações especiais da Força Aérea".8 Mais recentemente, o Dr. James S. Corum e o Cel R/1 Wray R. Johnson, USAF, professores da School of Advanced Air and Space Studies [Escola de Altos Estudos Aéreos e Espaciais], da Força Aérea dos Estados Unidos, e da Marine Corps University [Universidade do Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA], respectivamente, disseram que "guerras de pequenas proporções" são guerras de longa duração, e que

as guerras de longa duração são especialmente frustrantes para o pessoal da Força Aérea. São necessários muitos anos para que um país desenvolva uma força aérea eficaz, por causa da natureza técnica e altamente complexa de uma força aérea e da especialização técnica necessária a administrar mesmo operações aéreas rotineiras. Até uma força aérea capaz e moderna pode precisar de um período de meses ou anos para adaptar seu treinamento, equipamento e doutrina para combater eficazmente insurgentes e terroristas. A despeito de considarável apoio e auxílio externo, as forças aéreas de muitas nações em desenvolvimento ainda precisam de anos de treinamento e desenvolvimento de infra-estrutura antes que possam ser verdadeiramente eficazes em contra-insurgência e contraterrorismo.9

Eles, sem dúvida, estão certos. A guerra contra o terrorismo e nossas operações contra insurgentes durarão muito tempo. A Força Aérea dos Estados Unidos precisa adaptar-se para a luta.

Notas:

1. Air Force Doctrine Document (AFDD) 1, Air Force Basic Doctrine, 17 November 2003, 76, disponível em: https://www.doctrine.af.mil/Main.asp?

2.Roxana Tiron, "Special Operators Must Change to Win War," National Defense, April 2004, disponível em: http://www.nationaldefensemagazine.org/article.cfm?Id=1382.

3.O autor é membro do 6o Esquadrão de Operações Especiais, a única unidade de assessoria em aviação de combate da Força Aérea. Os assessores do esquadrão não foram encarregados de fornecer assistência na formação da recém-criada força aérea iraquiana.

4. Mladen Rudman, "It Was Chaotic Then and It’s Chaotic Now," Northwest Florida [Fort Walton Beach] Daily News, 2 May 2004, A1.

5. Lt Col David J. Dean, ed., Low-Intensity Conflict and Modern Technology (Maxwell AFB, AL: Air University Press, 1986), 129.

6. John S. Pustay, Counterinsurgency Warfare (New York: Free Press, 1965), 118–19.

7. Lt Col David J. Dean, The Air Force Role in Low-Intensity Conflict (Maxwell AFB, AL: Air University Press, 1986), 105.

8. Maj Michael C. Koster, Foreign Internal Defense: Does Air Force Special Operations Have What It Takes? Research Report no. AU-ARI-93-2 (Maxwell AFB, AL: Air University Press, 1993), 56–58.

9. James S. Corum e Wray R. Johnson, Airpower in Small Wars: Fighting Insurgents and Terrorists (Lawrence, KS: University Press of Kansas, 2003), 436.


Colaborador

O Major William Brian Downs é membro do 6o Esquadrão de Operações Especiais, Comando de Operações Especiais da Força Aérea, Hurlburt Field, Flórida.

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